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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
CURSO DE PREPARAÇÃO PARA O MATRIMÔNIO
A Pastoral do Matrimônio da Paróquia de São Pio X, em Fortaleza, Ce. estará promovendo no dia 07 de novembro (domingo), mais um curso de preparação para o matrimônio. O curso tem seu inicio as 07:30horas e termina as 17:00 horas com a Celebração Eucarística - A Santa Missa- onde os noivos recebem das mãos do Padre Abel Peixoto o certificado de conclusão do curso, que tem a validade de seis meses.
As inscrições podem ser feitas na secretaria paroquial de terça ao sábado das 14 as 18 horas, e aos domingos de 08 as 10 horas, com a Sra. Alzira.
Mais informações pela fone: 3482-4198 - 3482-2940 secretaria paroquial
Neto e Gelma 3490-5334 (noite) Coordenadores Pastoral do Matrimônio
Fazem parte ainda da Pastoral os seguintes casais:
Márcio e Luciana, Sílvio e Ana Paula, Rocha e Sílvia, Fábio e Márcia, Marlon e Karla, Epifânio e Débora, Oton e Tatiana, Edvani e Margarida, Dênis e Maurícia, Aragão e Glória.
Lembramos que do dia 19 de novembro (sexta-feira) estaremos realizando o 2º casamento comunitário de 2010.
Um fraternal abraço
Neto e Gelma (Coordenadores Pastoral do Matrimônio)
As inscrições podem ser feitas na secretaria paroquial de terça ao sábado das 14 as 18 horas, e aos domingos de 08 as 10 horas, com a Sra. Alzira.
Mais informações pela fone: 3482-4198 - 3482-2940 secretaria paroquial
Neto e Gelma 3490-5334 (noite) Coordenadores Pastoral do Matrimônio Fazem parte ainda da Pastoral os seguintes casais:
Márcio e Luciana, Sílvio e Ana Paula, Rocha e Sílvia, Fábio e Márcia, Marlon e Karla, Epifânio e Débora, Oton e Tatiana, Edvani e Margarida, Dênis e Maurícia, Aragão e Glória.
Lembramos que do dia 19 de novembro (sexta-feira) estaremos realizando o 2º casamento comunitário de 2010.
Um fraternal abraço
Neto e Gelma (Coordenadores Pastoral do Matrimônio)
x maior
DIA FELIZ
Seja bastante humilde para ser capaz de agradecer a quem lhe apontou um defeito seu.
Ao invés de se abespinhar, como se tivesse sido insultado, contenha-se, e logo compreenderá que ele viu e teve a franqueza de lhe mostrar aquilo que você mesmo precisava ter notado e não notou.
Ele acaba de lhe fazer um bem, voluntária ou involuntariamente. Talvez outros estivessem atpe zombando desse seu defeito, mas sem a coragem de lho apontar. Foi esse quem o acordou, para que você possa se corrigir.
Pense nisso e receba com humildade.

Ao invés de se abespinhar, como se tivesse sido insultado, contenha-se, e logo compreenderá que ele viu e teve a franqueza de lhe mostrar aquilo que você mesmo precisava ter notado e não notou.
Ele acaba de lhe fazer um bem, voluntária ou involuntariamente. Talvez outros estivessem atpe zombando desse seu defeito, mas sem a coragem de lho apontar. Foi esse quem o acordou, para que você possa se corrigir.
Pense nisso e receba com humildade.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010
DIA FELIZ
Evite a arrogância e a prepotência.
O que torna uma a pessoa importante não é a posição que ela ocupa na sociedade, nem o dinheiro que ela possui, nem a autoridade que exerce. O que a torna particularmente bela e importante, querida e respeitada é a sua simplicidade, a sua educação no falar e no agir.
Os que são polidos, quanto mais importantes forem no que representam, mais simples e agradáveis se tornam. Não gritam, não dão ordens qque diminuam a dignidade do outro.
Em resumo, são aqueles que, antes, dizem:"Por favor". E, depois, não se esquecem de dizer:"Obrigado".

Tenham um feliz dia, seja tão simples como uma flor.
O que torna uma a pessoa importante não é a posição que ela ocupa na sociedade, nem o dinheiro que ela possui, nem a autoridade que exerce. O que a torna particularmente bela e importante, querida e respeitada é a sua simplicidade, a sua educação no falar e no agir.
Os que são polidos, quanto mais importantes forem no que representam, mais simples e agradáveis se tornam. Não gritam, não dão ordens qque diminuam a dignidade do outro.
Em resumo, são aqueles que, antes, dizem:"Por favor". E, depois, não se esquecem de dizer:"Obrigado".

Tenham um feliz dia, seja tão simples como uma flor.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
30º ECC SÃO PIO X - FORTALEZA/CE DIAS 08,09 e 10/10/2010
Paróquia de São Pio X da Arquidiocese de Fortaleza realizou nos dias 08,09 e 10 de outubro o 30ºEncontro de Casais com Cristo. Com o Tema:"São Pio X e a Eucarístia na Vida da Família", vinte e sete casais tiveram a oportunidade de participar desse encontro que já proporcionou uma mudança de vida em muitas famílias. O ECC é um serviço da Igreja, é um momento onde os casais são chamados a rever seus valores humanos, familiar, do Sacramento do Matrimônio e criar a consciência dos cônjuges e demais membros da familia o seu papel evangelizador e missionário. É o despertar, o chamamento aos casais afastados da Igreja para que atuem nos seus diversos setores, abrindo-lhes possibilidades de doação e engajamento na Paróquia. O encontro foi realizados das dependências do Centro de Pastoral e Salão Paroquial. Encerramos o Encontro com a celebração da Santa Missa pelo Padre Guerra.
Lembramos que o Encontrão de Avaliação será dia 12 de outubro, as 19:30 horas, esperamos todos lá.
Em breve divulgaremos os nomes de todos os casais que vivenciram este momento e os casais que se doaram com seus serviços.
Um abraço em Cristo Jesus:
Neto e Gelma - Casal Coordenador Geral
Lembramos que o Encontrão de Avaliação será dia 12 de outubro, as 19:30 horas, esperamos todos lá.
Em breve divulgaremos os nomes de todos os casais que vivenciram este momento e os casais que se doaram com seus serviços.
Um abraço em Cristo Jesus:
Neto e Gelma - Casal Coordenador Geral
ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE
Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
DIA FELIZ
A solidão só existe para quem não tem vida interior.
Todo aquele que não admite a vida a não ser no contato permanente com o barulho, no meio de rodas que conversam, cantam, dançam e riem, esse dificilmente encontrará felicidade em ficar ao contato de si mesmo.
Mas, quem procurou buscar no silêncio outro modo de riqueza vital, pensando, lendo, escrevendo e até ouvindo a sua música ou acompanhando de dentro de sua casa a vida que se movimenta lá fora, esse tem todo o mundo dentro de si e se sente feliz
Tenham uma semana cheia de realizações e bênçãos.

Todo aquele que não admite a vida a não ser no contato permanente com o barulho, no meio de rodas que conversam, cantam, dançam e riem, esse dificilmente encontrará felicidade em ficar ao contato de si mesmo.
Mas, quem procurou buscar no silêncio outro modo de riqueza vital, pensando, lendo, escrevendo e até ouvindo a sua música ou acompanhando de dentro de sua casa a vida que se movimenta lá fora, esse tem todo o mundo dentro de si e se sente feliz
Tenham uma semana cheia de realizações e bênçãos.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010
CANDIDATO DO MILHÃO
“Devido à polêmica em torno do cidadão Francisco Everardo Oliveira Silva, eleito deputado federal por São Paulo, sob o risco de não tomar posse devido ao seu suposto analfabetismo, fui às leis. Everardo, cearense de Itapipoca, mais conhecido como Tiririca – é humorista profissional, ou palhaço, como preferem alguns: de qualquer modo, duas profissões honradas. Obteve 1,3 milhão de votos dos paulistas, sendo o deputado federal mais votado do Brasil.
Ele corre o risco de não tomar posse pois a Constituição proíbe que analfabetos concorram a cargos eletivos.
CONSTITUIÇÃO
O artigo 14, parágrafo 4º da Constituição da República estabelece a inegibilidade dos analfabetos (não se vai entrar no mérito se a prescrição é justa ou não; o certo é que é um preceito constitucional).
RESOLUÇÃO DO TSE
O artigo 29 da resolução 22.717/08 do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estabelece no seu inciso IV que, para fazer prova atestando que é alfabetizado, o candidato a cargo público deve apresentar um certificado de escolaridade. E que, a ausência deste, poderá “ser suprida por declaração de próprio punho, podendo a exigência de alfabetização do candidato ser aferida por outros meios,desde que individual e reservadamente [grifei]” (parágrafo 2º). Para quem quiser ver a íntegra da resolução, em pdf.
ACÓRDÃO
No entanto, o Ementário sobre inegibilidade e desincompatibilização (em pdf) informa que, em julgamento, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu o seguinte: “Na falta do comprovante de escolaridade, é imprescindível que o candidato firme declaração de próprio punho em cartório, na presença do juiz ou de serventuário da Justiça Eleitoral, a fim de que o magistrado possa formar sua convicção acerca da condição de alfabetizado do candidato” [grifei].
O acórdão foi estabelecido no julgamento de um agravo agravo regimental em Recurso Especial Eleitoral, nº 31.937 (de 5/5/2009), tendo como relator o ministro Ricardo Lewandowski.
E esse aspecto parece não ter sido observado pelo TRE de São Paulo.
EXPLICAÇÃO
Pelo ordenamento jurídico, um acórdão difere de uma resolução TSE, que tem de ser acatada pelos juízes das instâncias inferiores. Acontece que um acórdão é uma tomada de posição do TSE. Ou seja, se chegar algum processo para julgamento em que o acórdão não foi levado em conta por um juiz de instância inferior, é quase certo que será derrubado.
O melhor seria se o TSE incluísse em suas resoluções o resultado do julgamento referido, pois acabariam polêmicas desse tipo.
De qualquer modo, seria aconselhável que os TREs agissem de acordo com os acórdãos do TSE, de modo a evitar problemas, igual a este que está acontecendo.
COMENTÁRIO
No mais quero dizer o seguinte: se o candidato Tiririca, para conseguir o seu registro eleitoral, pediu para outra apessoa escrever algo que ele deveria ter escrito “de próprio punho”, ele incorreu em falsidade ideológica.
De outro modo, se o TRE-SP não observou com cuidado as normas que deveria ter seguido para dar o registro a alguém, também incorreu em erro; um equívoco que está se revelando grave, pelo tamanho do problema que provocou.
PERGUNTA
Ainda resta a pergunta: configura-se discriminação negar o registro eleitoral a um candidato analfabeto?
[Agradeço ao advogado Djalma Pinto pelos esclarecimentos jurídicos, ressalvando que as opiniões emitidas são de minha responsabilidade.]
(Do Blog do Eliomar de Lima)

Ele corre o risco de não tomar posse pois a Constituição proíbe que analfabetos concorram a cargos eletivos.
CONSTITUIÇÃO
O artigo 14, parágrafo 4º da Constituição da República estabelece a inegibilidade dos analfabetos (não se vai entrar no mérito se a prescrição é justa ou não; o certo é que é um preceito constitucional).
RESOLUÇÃO DO TSE
O artigo 29 da resolução 22.717/08 do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estabelece no seu inciso IV que, para fazer prova atestando que é alfabetizado, o candidato a cargo público deve apresentar um certificado de escolaridade. E que, a ausência deste, poderá “ser suprida por declaração de próprio punho, podendo a exigência de alfabetização do candidato ser aferida por outros meios,desde que individual e reservadamente [grifei]” (parágrafo 2º). Para quem quiser ver a íntegra da resolução, em pdf.
ACÓRDÃO
No entanto, o Ementário sobre inegibilidade e desincompatibilização (em pdf) informa que, em julgamento, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu o seguinte: “Na falta do comprovante de escolaridade, é imprescindível que o candidato firme declaração de próprio punho em cartório, na presença do juiz ou de serventuário da Justiça Eleitoral, a fim de que o magistrado possa formar sua convicção acerca da condição de alfabetizado do candidato” [grifei].
O acórdão foi estabelecido no julgamento de um agravo agravo regimental em Recurso Especial Eleitoral, nº 31.937 (de 5/5/2009), tendo como relator o ministro Ricardo Lewandowski.
E esse aspecto parece não ter sido observado pelo TRE de São Paulo.
EXPLICAÇÃO
Pelo ordenamento jurídico, um acórdão difere de uma resolução TSE, que tem de ser acatada pelos juízes das instâncias inferiores. Acontece que um acórdão é uma tomada de posição do TSE. Ou seja, se chegar algum processo para julgamento em que o acórdão não foi levado em conta por um juiz de instância inferior, é quase certo que será derrubado.
O melhor seria se o TSE incluísse em suas resoluções o resultado do julgamento referido, pois acabariam polêmicas desse tipo.
De qualquer modo, seria aconselhável que os TREs agissem de acordo com os acórdãos do TSE, de modo a evitar problemas, igual a este que está acontecendo.
COMENTÁRIO
No mais quero dizer o seguinte: se o candidato Tiririca, para conseguir o seu registro eleitoral, pediu para outra apessoa escrever algo que ele deveria ter escrito “de próprio punho”, ele incorreu em falsidade ideológica.
De outro modo, se o TRE-SP não observou com cuidado as normas que deveria ter seguido para dar o registro a alguém, também incorreu em erro; um equívoco que está se revelando grave, pelo tamanho do problema que provocou.
PERGUNTA
Ainda resta a pergunta: configura-se discriminação negar o registro eleitoral a um candidato analfabeto?
[Agradeço ao advogado Djalma Pinto pelos esclarecimentos jurídicos, ressalvando que as opiniões emitidas são de minha responsabilidade.]
(Do Blog do Eliomar de Lima)

30º ECC SÃO PIO X - FORTALEZA/CE
SÃO PIO X E A EUCARÍSTIA NA VIDA DA FAMILIA
Nos dias, 08, 09 e 10 de outubro de 2010, a Paróquia de São Pio X, estará realizando o 30º Encontro de
Casais com Cristo, com o tema: São Pio X e a Eucarístia na Vida da Família. Os trabalhos das Equipes de Trabalho, estão sendo realizados antecipadamente com muito amor e espiritualidade.
Mais um trabalho de evangelização da família que contará com 39 casais.
Desde já agradecemos a todos os casais encontreiros que como MARIA deram seu "sim" para o crescimento espiritual das famílias cristãs, e aos casais dirigentes por nos darem esta força e apoio.
Nosso muito obrigado em Cristo Jesus
Neto e Gelma - casal coordenador
Nos dias, 08, 09 e 10 de outubro de 2010, a Paróquia de São Pio X, estará realizando o 30º Encontro de
Casais com Cristo, com o tema: São Pio X e a Eucarístia na Vida da Família. Os trabalhos das Equipes de Trabalho, estão sendo realizados antecipadamente com muito amor e espiritualidade.
Mais um trabalho de evangelização da família que contará com 39 casais.
Desde já agradecemos a todos os casais encontreiros que como MARIA deram seu "sim" para o crescimento espiritual das famílias cristãs, e aos casais dirigentes por nos darem esta força e apoio.
Nosso muito obrigado em Cristo Jesus
Neto e Gelma - casal coordenador
DIA FELIZ
Aprenda a conviver. Conviver quer dizer viver em companhia de alguém.
É tarefa que exige muito mais ciência e paciência do que viver sozinho.
Quem vive só está com toda disponibilidade para, se tiver vontade, sair, passear, distrair-se fora.
Já o que tem de conviver, nem sempre é livre de sair sem levar a outra parte de sua sociedade, sem magoar, sem construir um problema qualquer. E não é sempre que o outro também está disposto a acompanhar.
Então? É preciso ter espírito superior de compreensão e de amor para tornar possível a boa harmonia en casa.

É tarefa que exige muito mais ciência e paciência do que viver sozinho.
Quem vive só está com toda disponibilidade para, se tiver vontade, sair, passear, distrair-se fora.
Já o que tem de conviver, nem sempre é livre de sair sem levar a outra parte de sua sociedade, sem magoar, sem construir um problema qualquer. E não é sempre que o outro também está disposto a acompanhar.
Então? É preciso ter espírito superior de compreensão e de amor para tornar possível a boa harmonia en casa.
VEJA ESTA FOTO, E REFLITA
TENHA UM ÓTIMO DIA DE CONVIVÊNCIA.
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