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segunda-feira, 28 de março de 2011

FONTE JORNAL O POVO/POLITICA

Hospital da Mulher fica para agosto de 2012


O titular da Cooperii, Geraldo Accioly, anunciou novo prazo para entrega do Hospital da Mulher e garantiu que as grandes obras serão entregues até o fim da gestão
28.03.2011| 01:30
Accioly justificou os atrasos em vista da complexidade das obras  (DEIVYSON TEIXEIRA) Accioly justificou os atrasos em vista da complexidade das obras (DEIVYSON TEIXEIRA)
O titular da Coordenadoria de Projetos Especiais, Relações Institucionais e Internacionais (Cooperii) da Prefeitura, Geraldo Accioly, anunciou ontem durante o programa Coletiva, da TV O POVO, novo prazo para a inauguração do Hospital da Mulher. De acordo com ele, a obra será entregue em 2012, entre julho e agosto. “A obra termina neste ano, mas tem ajustes”.

Segundo Accioly, o atraso se deu principalmente por ser uma obra complexa, pelas normas de vigilância sanitária, por ser uma construção horizontal, pelos serviços que serão prestados e por causa da necessidade que surgiu de se fazer uma drenagem especial no terreno.

A pasta é uma das mais sobrecarregadas neste momento da gestão municipal, pois tem sob sua responsabilidade todas as grandes obras, marcadas por sucessivos atrasos. Entre elas, Jardim Japonês, requalificação da avenida Beira Mar, Programa de Transporte Urbano de Fortaleza (Transfor), recuperação do estádio Presidente Vargas (PV) e os Centros Urbanos de Cultura, Arte, Ciência e Esporte (Cucas).

O programa teve vários momentos de tensão. Ao ser questionado se haverá tempo de entregar todas as obras até o fim da gestão, ele garantiu que sim. “A cidade hoje é um canteiro de obras. Vão sendo construídas, entregues, umas menos complexas, outras mais. Fortaleza hoje, em função inclusive das obras, está disparando na geração de empregos na Capital”, disse. Quanto às críticas, ele afirma que, muitas vezes, se forma uma visão sobre a cidade com a lupa da classe média, “reduzindo a complexidade das obras a uma meia dúzia de buracos, a um conjunto de buracos”.

Quiromancia
Para ele, cogitar a possibilidade de o próximo prefeito julgar as obras iniciadas não prioritárias e não assumi-las é entrar no campo da “quiromancia”. “As obras que estamos fazendo vamos entregar. O maior julgador são as urnas. Vamos nos preparar brevemente para entrar no processo sucessório. E o grande julgador é o povo. Política é nuvem. Depois vem o sol”, disse.

Segundo Accioly, a Prefeitura até poderia anunciar os prazos de conclusão das obras com a construtora ao lado, para que a responsabilidade dos atrasos caísse sobre a iniciativa privada, mas não o faz. “Quero assumir que, atrasando ou não atrasando, entregando no tempo ou não, a responsabilidade é nossa. Eu respondo pelas obras que eu gerencio”, frisou.

Ao ser questionado se seria candidato à Prefeitura em 2012, ele nega e garante que nem a síndico de prédio. “Não sou candidato a nada. Nunca tive pretensão política e por egoísmo. Não tenho paciência para o exercício de fazer campanha”, disse, acrescentando que já ajudou muita gente a se eleger.

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